AVALIAÇÃO DE SELOS DO BRASIL – PARTE I
AVALIAR SELOS - 01
Determinar o valor de um selo — ou de uma coleção inteira — está longe de ser uma tarefa simples. Avaliar filatelia exige conhecimento, método, referências e, sobretudo, experiência acumulada.
Nesta série de artigos procuro explicar alguns dos princípios que ajudam a compreender como nasce o valor de uma peça filatélica e de que forma é possível aproximar-se de uma avaliação mais realista.
Não é raro alguém encontrar uma caixa ou um álbum com centenas ou milhares de selos de diversos países e pedir imediatamente uma estimativa de valor. Porém, tentar avaliar um conjunto assim, sem identificação e sem classificação prévia, seria quase o mesmo que tentar adivinhar quantos grãos existem dentro de um pote.
Antes de falar em valor, é preciso identificar, organizar e compreender o material. Sem esse trabalho inicial, qualquer avaliação não passa de um simples exercício de adivinhação.
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O Correio nos Territórios Indígenas dos Estados Unidos
Os Povos que Suportaram o Peso da História
Ao longo da história das Américas, povos indígenas e africanos escravizados figuram entre os grupos mais profundamente marcados pelos processos de conquista, colonização e expansão econômica. Os primeiros, habitantes originários do continente, viram vastas extensões de seus territórios transformadas ou perdidas. Os segundos foram trazidos à força da África pelo tráfico atlântico e submetidos a regimes de trabalho compulsório. Apesar dessas adversidades, ambos desempenharam papel essencial na formação cultural, social e histórica das sociedades americanas.
Equipe RHM
Ler maisEntre a Lei e a Prática: quando a Lei Eusébio de Queirós aparece na correspondência oficial (1850–1851)
O artigo “Entre a Lei e a Prática: quando a Lei Eusébio de Queirós aparece na correspondência oficial (1850–1851)” analisa um conjunto de ofícios do Ministério dos Negócios da Justiça enviados à Presidência da Província de Sergipe logo após a promulgação da Lei Eusébio de Queirós (1850). A partir desses documentos, o texto mostra como a legislação que proibiu o tráfico transatlântico de africanos passou a ser efetivamente aplicada na administração imperial, revelando investigações sobre desembarques clandestinos, medidas repressivas, processos criminais e o controle estatal sobre africanos livres. O estudo evidencia como a correspondência oficial funciona como fonte histórica e postal, permitindo observar a passagem da lei para a prática administrativa do Império brasileiro.
Ler maisNAVIO NO PORTO: UMA CARTA COM SELO DO IMPÉRIO E DA REPÚBLICA!!!
Imagine alguém desejando enviar uma carta para um navio ancorado no porto de uma cidade. Qual seria o porte a pagar?
Estando o destinatário na mesma localidade, poder-se-ia considerar tratar-se de correio urbano.
Essa situação deu origem a uma das peças mais curiosas e interessantes da história postal brasileira.
Ler maisOs Selos nos Levam ao Longe – Uma Viagem pelo Mundo contando a História da Filatelia - Libéria
Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.
Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.
Ler maisO CARIMBO LATE FEE SOBRE PEÇAS BRASILEIRAS
O CARIMBO LATE FEE “L1” EM CARTA DA GRÃ-BRETANHA PARA O BRASIL
Estudo de Julio Mantovani
O filatelista Julio Mantovani apresenta estudo dedicado ao carimbo “Late Fee L1”, aplicado em correspondência expedida da Grã-Bretanha para o Brasil.
A pesquisa esclarece aspectos técnicos relevantes acerca das marcas postais de sobretaxa por postagem tardia, raramente observadas em peças vinculadas à história postal brasileira. O estudo contribui para a correta interpretação tarifária e para a compreensão operacional do sistema postal britânico no contexto do correio internacional.
A RHM Filatelistas agradece ao autor pelo envio do trabalho, que enriquece continuamente o acervo técnico do site, consolidando-o como fonte qualificada de pesquisa em história postal.
Ler maisUm Achado que reescreve os Primeiros Dias do Selo Brasileiro
É difícil acreditar que, em pleno ano de 2026, ainda possamos encontrar a imagem de um documento decisivo para compreender como foi implementado no Brasil o pagamento antecipado de uma comunicação escrita.
Trata-se de um registro que lança nova luz sobre um dos temas mais relevantes da história postal brasileira — e que pode alterar interpretações consolidadas.
Leia o artigo completo e surpreenda-se com este novo e extraordinário achado.
Ler maisOs Selos nos Levam ao Longe – Uma Viagem pelo Mundo contando a História da Filatelia - Serra Leoa
Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.
Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.
Ler maisA IDENTIDADE GRÁFICA DOS INCLINADOS DOS SELOS DE 300 E 600 RÉIS
Análise comparativa dos selos de 300 réis, 600 réis e do guilhoche-base

GUILHOCHE




IMAGENS DOS EXEMPLARES EM ALTA RESOLUÇÃO
Ler mais
SÃO PAULO, TEMPO CARIMBADO
PARABÉNS SÃO PAULO
São Paulo faz 472 ANOS.
E cada ano que passa é um carimbo a mais sobre a memória.
NOTAS PARA OS SELOS - ANO 4 - EDIÇÃO 1
Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.
Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.
Ler maisUM NOVO CONCEITO – O “IO”
Um índice contra a subjetividade
Um novo índice nasce com o propósito claro de substituir opiniões aleatórias e interpretações vagas. Não é mais admissível, em um ambiente filatélico maduro e tecnicamente orientado, a utilização de descrições baseadas em expressões como “supõe-se que” ou “pode ser que”.
O Índice de Ocupação (IO) foi definido precisamente para eliminar a subjetividade e introduzir um critério objetivo, mensurável e verificável, oferecendo ao colecionador maior segurança técnica na análise e na realização de suas aquisições.
Ler maisHistória Postal Marítima do Brasil nos Séculos XVIII e XIX: do Correio-Mor à UPU
Artigo baseado na excepcional coleção História Postal Marítima do Brasil nos Séculos XVIII e XIX: do Correio-Mor à UPU, elaborada pelo filatelista Ilan Cejkinski, vencedora do Grande Prêmio da BRAPEX 2025. A partir de peças raras e rigorosa pesquisa histórica, o texto apresenta a evolução das comunicações marítimas brasileiras desde o período colonial até a consolidação da União Postal Universal.
Ler maisOs Selos nos Levam ao Longe – Uma Viagem pelo Mundo contando a História da Filatelia - Botsuana
Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.
Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.
Ler maisUm Envelope e Muitas Histórias: Hotel Esplanada, Um Ícone da São Paulo do Século XX
Um Envelope e Muitas Histórias: Hotel Esplanada, Um Ícone da São Paulo do Século XX
Quando se tem nas mãos um simples envelope com a marca de um hotel, não se imagina o quanto ele pode revelar sobre a cidade que o abrigou, as histórias que o atravessaram e os personagens que por ali passaram. Foi assim com o Hotel Esplanada, em São Paulo, um dos grandes símbolos da modernização paulistana no século XX. O Esplanada testemunhou momentos de glamour, vanguarda artística, controvérsias sociais e transformações urbanas, participando ativamente da vida cultural e política da cidade.

NAMORO OU AMIZADE
Cartas de natureza afetiva — namoro ou amor — eram, via de regra, guardadas por seus destinatários e raramente chegavam ao mercado filatélico.

EK7024-USA-CARTA DE AMOR DE 1851 1852
Envelope com alto relevo, formato pequeno, com carta romântica para Cecelia Vincent enviado para Reading Ridge, USA. Raro envelope de namoro.
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002 - “Conhecimento vale ouro. Ignorância cobra juros.”
002 - “Conhecimento vale ouro. Ignorância cobra juros.”
O filatelista é, por definição, um curioso profissional.
Ele observa o que muitos ignoram, estuda o que outros descartam e guarda informações que passam despercebidas à maioria.
Ao encontrá-lo, cometa apenas um erro: subestimar o que ele sabe. Em certos momentos, esse descuido pode custar caro — muito caro.
Neste capítulo relatamos fatos que provam que conhecimento, quando bem aplicado, não é abstração: é valor.
Ler mais001 - “Conhecimento vale ouro. Ignorância cobra juros.”
MANIFESTO
O filatelista não é um acumulador de papéis.
É um acumulador de conhecimento.
Onde muitos enxergam banalidade, ele identifica contexto. Onde há descuido, ele encontra oportunidade. Nada ali é acaso: cada selo, cada carta, cada carimbo carrega informação — e informação tem peso, tem valor e tem preço.
O erro mais comum é tratar esse saber como curiosidade inofensiva. Esse equívoco costuma ser cometido por quem confunde ignorância com simplicidade e experiência com sorte.
Conhecimento não é opinião. Não é palpite. Não é improviso.
É vantagem competitiva.
Neste capítulo apresentamos fatos que demonstram uma verdade desconfortável: em filatelia, como na vida, quem sabe mais não discute — reconhece, age e recolhe os frutos.
Ler maisBRAPEX 2025 - MEDALHA DE OURO
BRAPEX 2025
Entre os dias 11 e 13 de dezembro de 2025, a FEBRAF, em parceria com a ABCF, realizou em São Paulo a BRAPEX 2025 – Exposição Filatélica Brasileira, em comemoração aos 175 anos da série de selos Verticais.
O CATÁLOGO ENCICLOPÉDICO DE SELO DO BRASIL - VOLUMES 1C, 2C E 3C recebem um prêmio especial.
Ler maisOs Selos nos Levam ao Longe – Uma Viagem pelo Mundo contando a História da Filatelia - Seicheles
Artigo escrito por Luiz Gonzaga Amaral Júnior - Filatelista do Clube Filatélico Candidés - Divinópolis/MG.
Uma colaboração espontânea que nós da RHM agradecemos imensamente.
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